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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

REM











Depois de meses de espera, ontem foi a grande noite do show do REM em Porto Alegre. Encerramos o expediente bem antes do que deveríamos e às cinco da tarde já estávamos na fila para entrar no estádio, mesmo com ingresso vip.

Grudados na cerca que divide a pista da área dos fotógrafos, ficamos ali esperando pacientemente. O show foi ótimo. Embora estivesse na primeira fila, as fotos ficaram apenas razoáveis, uma vez que Michael Stipe não estava muito iluminado, como dá para perceber nas imagens. Apenas Peter Buck tinha um canhão iluminando-o. Para quem fotografa com uma câmera pequena e de recursos limitados, tem que fazer mágica. Ainda que eu conseguisse não tremer, a velocidade era extremamente baixa e o ISO alto. Levando em conta que não tinha compromisso, dá para dizer que tem um bom registro. Obama foi lembrado várias vezes e Michael, sempre simpático, mostrou cartazes da platéia. Várias vezes esqueci a câmera e vibrei como poucas vezes na vida. Fiz tudo que um fã tem direito: primeira fila, camiseta e livreto do show, cumprimentos em Michael Stipe quando ele caminhou perto da platéia, uma recordação do show (a folha com a letra de Supernatural Superserious jogada do palco) e, segundo alguns me falaram, paguei mico geral aparencendo várias vezes no telão. Fomos para casa de alma lavada. 

Conforme prometi para o pessoal no show, seguem algumas fotos. Elas têm 1000 pixels na maior dimensão (basta clicar nas imagens para vê-las em tamanho maior). Se forem publicadas, por favor não esqueçam os créditos. Quem quiser, pode escrever para meu e-mail (andre@andrenery.com.br).

fotógrafos de show


Nos últimos concertos que eu fui sempre levei uma câmera pequena para registrar o show e várias vezes pensei em fotografar profissionalmente para algum veículo. Ontem no show do REM tinha de tudo: desde Nikon D3 atá câmeras compactas ou gente com lente escura. Depois que eu vi aquele monte de fotógrafos se debatendo para cobrir o show ao longo de apenas três músicas, confesso que a vontade passou. Foi legal encontar colegas, mas foi muito melhor ficar do lado de cá da cerca. Acima uma foto do pessoal trabalhando no show do Nenhum de Nós.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Laurie Anderson










Enquanto o REM não vem, fui assistir ontem Laurie Andreson. Em cada viagem para os EUA garimpo seus cds e lamentava não poder ir a Buenos Aires assistir seu show. Quando, por acaso nessa semana, descobri que ela estava na cidade. Corri e consegui um bom lugar na platéia.
Laurie Anderson é hoje uma das maiores artistas performáticas norte-americanas. Artista plástica, compositora, poeta, fotógrafa, cineasta, luthier, vocalista e instrumentista, ela é multi. Ela é mega. Quando muitos dos desenvolvedores de programas que hoje ela usa com maestria no palco ainda brincavam na caixa de areia de seus pátios ou escolas, ela já fazia uso da multimídia em seus shows. Não como forma de dissimular a atenção dos espectadores, mas sim como ferramenta criativa.
Cruzou a linha do Equador para apresentar seu novo disco, Homeland, e se o setlist não foi o que eu desejava, foi muito legal poder vê-la no palco.
Todas as fotos acima com a G9 em ISO 400, 1/20s e tratadas apenas no Lightroom. O video é de um show na Europa.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Drexler e férias


Atendendo alguns pedidos, aí está o vídeo de uma música do show feito com a G9. Enquanto vocês curtem esse vídeo, sigo na madrugada para a terra dele para uma semana de descanso. O blog também fica em repouso e em agosto voltamos todos de baterias recarregadas

quinta-feira, 6 de março de 2008

Iron Maiden







Passados mais de 23 anos do histórico show no Rock in Rio e outros 15 desde a última apresentação da banda em Porto Alegre, lá estava eu ontem mais uma vez para assistir os caras. Foi uma longa fila até conseguir entrar e um grande aperto no meio da pista. Não lembro de ter suado tanto na vida. Mas valeu a pena ouvir todos os clássicos. A lamentar apenas a péssima acústica do Gigantinho, que além de não permitir que se ouça direito ainda causa esse zumbido nos ouvidos mesmo a mais de doze horas do final do show.

Não arrisquei levar a câmera, mas isso não me impediu de tirar algumas fotos, graças ao Harald, meu velho parceiro nesses eventos. Valeu!!!!As fotos acima são nossas (não lembro quem fotografou o que, mas meu estilo está mais para grande angular do que tele) e a arte na primeira foto é dele.

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